Neurocirurgião da Unicamp destaca avanços no tratamento da dor crônica e doenças neurodegenerativas

Especialista em neurocirurgia funcional, Dr. Marcelo Valadares atua em pesquisas e procedimentos inovadores para Parkinson, Alzheimer e sequelas de AVC.

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Foto: freepik

O médico neurocirurgião Marcelo Valadares, pesquisador da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é especialista em dor crônica e doenças neurodegenerativas. Com atuação voltada para a Neurocirurgia Funcional, o profissional se tornou referência em procedimentos inovadores que melhoram a qualidade de vida de pacientes com distúrbios neurológicos e musculoesqueléticos.

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Entre os principais temas de sua atuação estão os novos tratamentos para a doença de Parkinson, incluindo sintomas incomuns e distúrbios do movimento, além de pesquisas sobre Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas. O especialista também aborda a importância de reavaliar dores crônicas e tratamentos neurológicos no início do ano, reforçando a adesão às terapias e o impacto na qualidade de vida.

Dr. Valadares é referência em técnicas como Estimulação Cerebral Profunda (DBS), neuromodulação para sequelas de AVC, cirurgias endoscópicas da coluna e abordagens interdisciplinares para dor crônica e oncológica. Ele também atua em avanços no tratamento de doenças como fibromialgia, que limitam a rotina dos pacientes.

Na Unicamp, liderou a reestruturação da divisão de Neurocirurgia Funcional, implantou o procedimento de DBS e criou o Ambulatório de Atenção à Dor. Fora da universidade, é fundador e diretor do Grupo de Tratamento de Dor de Campinas, que reúne equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e educadores físicos.

Dr. Marcelo Valadares

Além da atuação clínica e acadêmica, o especialista ressalta a importância de hábitos saudáveis para a saúde do cérebro ao longo do ano, como sono adequado, manejo do estresse e metas realistas de prevenção. “O início de cada ciclo é uma oportunidade para reavaliar dores crônicas e tratamentos neurológicos, buscando sempre qualidade de vida”, afirma.

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